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Artigos

O canto da assembléia litúrgica entre os recursos e equívocos

O debate pós-conciliar sobre o canto assemblear é sempre distinguido pelos tons brilhantes: a meio século dos pronunciamentos oficiais – seguidos dos documentos magisteriais não menos significativos sobre canto litúrgico – a questão não pode-se dizer resolvida. A fraca reflexão eclesial contribuiu para determinar uma progressiva degradação da prática litúrgico-musical, com resultados frequentemente humilhantes. Temos como exemplo paradigmático a vexata quaestio (superada questão) da participatio actuosa (participação ativa), marco da reforma litúrgica pós-conciliar, transformada rapidamente no fruto venenoso de um assemblearismo extremo e a todo custo; à participação foi substituída a homologação e terminou-se por empobrecer aquilo que o último Concílio tinha pedido para enriquecer. O canto assemblear virou “a tradução simultânea” da participação ativa: segundo a opinião surgida largamente majoritária, tudo aquilo que o exclui se configuraria automaticamente em elemento negativo em si mesmo porque está em contradição “a priori” tal princípio.

A Pesquisa do Canto Gregoriano no Séc. XX: Implicações em sua prática interpretativa

Abstract. This paper aims to propose to the Brazilian universities a scientificcultural debate, very important to the musicology in the world: the study of a gregorian musical performance through the gregorian palaeography and semiology. Since the iniciatives of Dom Guéranger, a Solesmes monk, in 1822, the abbey has been responsible of a renewal and return to the origins of this …

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O “Ethos” dos Modos: V modo (tritus autenticus)

O Tritus de quinto modo é sanguíneo: Expansivo, reflete a alegria que deve ser externada. Por J. Jeanneteau   Os numerosos autores que falaram dos ethos dos modos entraram todos em acordo sobre a qualificação do quinto modo: contente (laetus). Efetivamente, pela maior parte do tempo, o seu andamento geral é aquele de uma alegria franca,  assertiva ou triunfante. Impulsiona-se do início …

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O “Ethos” dos Modos: III modo (deuteurus autenticus)

O Deuterus de terceiro modo é colérico: representa a capacidade misteriosa do fogo em se espalhar, consumindo e transformando tudo que alcança. Por J. Jeanneteau   O mais misterioso de todos os modos, como dizia Dom Gajard, não pode ser encarado sem prudência e cautela. As dificuldades de interpretação, a gravidade na execução, os ardores …

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O canto gregoriano: um estranho no ninho

Por Fulvio Rampi O título que quis dar ao meu intervento é a amarga síntese conclusiva da reflexão eclesial – seria mais correto dizer “ausente reflexão” – pós-conciliar em mérito do canto gregoriano. Pensei muita vezes comigo mesmo que teria sido muito mais fácil falar do canto gregoriano se a “Sacrosanctum Concilium”, no famoso art. …

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